sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Contagem regressiva


E se eu fechasse para balanço nesse fim de ano, meu saldo seria muito bom. Tudo, sinceramente tudo o que eu quis se realizou! Até porque eu não parei para pensar no que eu queria e não tive êxito. Isso é bobagem.

Eu conheci mundos diferentes dos meus, com línguas, hábitos e gestos tão díspares, que eu só pude chamar de outros países. E conhecendo outros mundos, eu conheci outros mundos dentro de mim, que falavam outras línguas e que me levavam a acreditar em outras coisas sem, no entanto, me distanciar de outras. O mundo dentro da gente a gente mesmo que constrói.

Minha dissertação foi um sucesso, mesmo que só eu pense ou tenha consciência disso. Viajei muito pra falar pra outras pessoas o que eu pensava sobre sei lá o quê. Ninguém efetivamente se importa, mas eu adoro!

Tive perdas irreparáveis, mas estou esperando e dando um tempo para o meu coração entender tudo isso. Cuidar da vida na eminência da morte é trem de doido... Eu posso fechar meus olhos e sentir suas mãos, ainda que retorcidas pelos tempo, sob o meu cabelo. Isso é o que importa... Basta fechar os olhos.

Eu ri demais, chorei até que pouco perto do que me fizeram e do que eu me fiz. Eu sei olhar pra frente com a cabeça erguida e eu quero respeito. Basta abrir os olhos.

Trabalhei pra caralho e isso merece esse palavrão.

Eu ganhei o sapo verde da fortuna e só com o sapo verde fiquei, sem a fortuna. Mas tô rico em disposição para 2008. Que venha!

E que todo mundo exercite bem o desafio de viver a própria vida!!!

Mustafá!!!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Cartão de Natal (Clique na imagem para ampliá-la)


quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Piadinha

"Num exame do ensino fundamental, questão de Química Básica:
- Qual a diferença entre Solução e Dissolução?
Resposta de um aluno:
- Colocar UM qualquer dos políticos num tanque de ácido para que dissolva é uma Dissolução. Colocar TODOS é uma Solução".
Mustafá!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Medo maior

O meu maior medo é esse:

Deixar de ter medo da morte

e ter medo da vida.

Ai, quando isso acontece,

só o amor de Deus é capaz de entender...

Mustafá!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Ao vencedor, as batatas!

Hoje o Conselho Regional de Biblioteconomia de Minas Gerais entregará, como o faz todos os anos, a Medalha Etelvina Lima. Grosseiramente falando, premia-se pessoas jurídicas e físicas que se destacam pela atuação como bibliotecário ou pela atuação como apoiadores das causas da biblioteconomia, quais sejam a leitura, o livro e tudo que disso se desenvolver.
Fato é que a Globo Minas foi a pessoa jurídica da vez. Isso, acho que nem é preciso dizer, causou alvoroço na comunidade biblioteconômica. A caixa postal ficou lotada de pessoas questionando, indignadas, justificando e, na grande maioria das vezes, com expressões de cinismo comemorando a indicação da emissora.
Sabe lá como foi feita a escolha da emissora arrisco logo a dizer aqui – porque é lugar meu e posso dizer tudo o que quero – que a Globo não é merecedora de tal premiação. Diferente dos meus colegas de profissão, não acho a indicação injusta porque a TV colocou em novelas bibliotecárias estereotipadas, bibliotecas renegadas a lugar de pessoas-problema e outras tantas situações e insinuações.
Essa é a imagem que deixamos construir de nossos profissionais e locais de trabalho, e isso não ocorreu à toa. Caminhemos em busca de melhorias profissionais sim, sem esquecer que a janela mostra a paisagem que há.
Essa é a imagem que governantes que colocam à margem a educação do país construíram lentamente dos anos 60 pra cá! Busquemos reunir forças, inclusive com as associações de classe (e talvez seja essa a atitude que devemos cobrar do CRB – ! – e não premiações sem pé nem cabeça) para garantir direitos como profissionais que ocupam desde a mais simples biblioteca escolar até altos cargos em empresas privadas e multinacionais.
A Rede Globo não deveria ser premiada pelas “atitudes” biblioteconômicas porque ela não fez nada além de suas obrigações como veículo de comunicação que atinge o país (quiçá o mundo) e, por isso, tem responsabilidade de informar e formar cidadãos. É seu papel levar a educação, a cultura e as diversas manifestações humana em qualquer canto do país, assim como são responsáveis os bibliotecários.
A Rede Globo não é inocente, nem tola. Ela nunca se posicionou como uma velha caquética, corcunda, exigindo silêncio em bibliotecas. Ela construiu – e muito bem, diga-se, é justo – a sua imagem.
Cuidemos da nossa.
Mustafá!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Confesso...

Não sei ao certo onde a minha inspiração se escondeu. Antes bastava observar melhor pela janela do ônibus, ou mesmo ali dentro, que já me vinha um mote. Folhear as páginas de uma revista ou jornal, navegar por sites de notícias, pular de blog em blog... Tudo isso me trazia sempre uma idéia para colocar aqui no FdG. Isso não me ocorre mais.
Talvez seja essa minha mania insana de arrumar atividade para cada hora do meu dia como se o relógio multiplicasse e não engolisse os minutos e segundos, como faz. Essa pessoa multifuncional que criei e coloquei o nome de mim, não me deixa ter tempo para trocar uma letra e outra entre o meu teclado e o seu computador.
As pessoas nas ruas continuam a me dar notícias de suas vidas interessantes, de me apresentar essa vida que hora é estranha e hora é sábia, ou as duas coisas ao mesmo tempo, sem que esses adjetivos causem briga. As meninas continuam sendo encarceradas em celas masculinas, os políticos continuam sabia e descaradamente roubando e nos decepcionando, as celebridades continuam com suas excentricidadades... Mas o problema está em mim...
O problema sou eu que parei de observar com cuidado as sutilezas das coisas, inclusives as mais tolas. Parei de olhar para o meu mundo só para me distrair com meu umbigo.
Eu não mereço mais esse espaço...
Mustafá!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Analise a foto abaixo e escolha uma das opções:


O "ser" alcoolizado:

a- está carente e só quer conversar;

b- não precisa de conselhos, só quer desabafar;

c- quer conversar com a pessoa certa, que entende do assunto.

Mustafá!