O Arco do Triunfo
Tudo é surpreendentemente bonito naquelas terras francesas. Não há lugar que se possa dizer simples na capital. O mais interessante de tudo é que as construções parecem combinar-se formando um imenso complexo de beleza, cultura e, digamos, sacralidade. Os pontos turísticos se fundem confundindo os olhos da gente com tanta coisa interessante para ser vista...
Trocadéro, Torre Eifel e École Militar
Posso afirmar que a Torre Eifel não impressiona tanto quanto o Cristo Redentor, mas seus arredores deixam de boca aberta qualquer turísta carioca. O Trocadéro em frente o Palais de Challot, a Torre e a École Militar, formam uma combinação incrível. É, sem dúvida, o lugar mais bonito que vi.
O Musée du Louvre, com certeza, foi o lugar em que mais fiquei impressionado com a construção. O imenso museu, além de ser - muito provavelmente - o lugar com as maiores riquezas artísticas e demonstrações da existência humana, é o prédio mais imponente e mais belo que vi. As pirâmides, apesar de não combinarem com as fachadas medievais, são muito bonitas e dão a iluminação essencial a entrada do museu. Ficamos sete horas em seu interior, mas precisaria de uns 3 ou 4 dias para apreciá-lo com a calma que merece.
Museu Do Louvre
Monalisa
Eu e minha tia num espelho psicodélico
Meus olhos dificilmente verão jardins mais bonitos do que os de Luxemburgo e de Verssailes. O primeiro por ser um oasis em meio a grande Paris e o segundo, por nos proporcionar tanta beleza sem que possamos precisar com nossas vistas humanas sua verdadeira proporção. O Chateau, embora maravilhoso, por fora não é mais bonito que as construções da capital, mas por dentro, uma viagem no tempo para encontrarmos os móveis e objetos de Luiz XV.
Catedral de Notre Dame
Alguns mitos caíram mas alguns sobreviveram. Os franceses cheiram mal, é verdade. Apesar de produzirem os almejados perfumes eles não fazem o devido uso dessa iguaria (é possível passar a quantidade que se quiser de perfume nas lojas sem que se leve um olhar de repreensão). Ou, se o fazem, fazem sem que tivesse tomado banho ou lavado as roupas antes de colocá-las novamente. Por outro lado são muito educados e, diferente dos brasileiros, são sérios, o que não tira o direito de serem bem humorados. Falam inglês sim, mas se sentirem o devido respeito com o francês. Muitas vezes nos levaram até o ponto que queríamos ao invés de, simplesmente, indicarem-nos a direção. A comida é cara, mas muito gostosa. Apesar das previsões, não passei fome e a quantidade é a suficiente para matar a fome: longe dos excessos dos sul-americanos. Além disso são despojados para comer. Colocam a mão na comida e limpam o prato com o pão. Esse, por sinal, é o alimento mais procurado por eles. Volta e meia deparava com um francês segurando uma baguete na mão despedaçando aos poucos enquanto caminhava pela rua.
Champs-Élysées
Paris é, verdadeiramente, uma cidade para se conhecer a pé. Mesmo que suas linhas de metro nos leve a qualquer lugar e que os ônibus sejam receptivos locais para se conhecer as belas paisagens parisienses sentado, é andando que se descobre a capital da França. A cada quarteirão uma surpresa: a cidade luz...




