sexta-feira, 30 de junho de 2006

Adeus!

To de férias!!!! Um mês sem ir para a Biblioteca da Faculdade de Direito! Tava precisando mesmo...
Volto quando puder...
Bom findi!
Mustafá!

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Eu Che, na visão do outro


Disseram hoje, não a mim, porque havia maldade na afirmação, que eu, a pessoa que vos escreve, quero mudar o mundo...
Tem razão... Vim ao mundo para isso: para não me conformar com o que é hábito, puro e simples. Vim ao mundo para apontar aquilo que incomoda... Nem sabia disso, mas a partir dessa crítica - destrutiva não pela existência, mas pelo modo como foi proferida - refleti sobre o assunto e, a partir de agora, intitulo-me "revolucionário". De quê? Também não sei... Não fui eu quem o quis... Quiseram por mim, falaram de mim, por mim...
Sou revolucionário, talvez da vida... Quero que ela seja melhor e que isso não fique somente na demagogia. Talvez do sonho, que é vida em certa medida... É a vida que nos permitimos, às vezes, e, por isso, perfeita...
Já me chamaram de crítico. Sou. Na medida da verdade, da honestidade, pois falo na cara. De preferência para a pessoa. Não vou me redimir de proferir algumas calúnias, algumas difamações, alguns comentários mais ríspidos pelas costas. Eu sou ser-humano e minha condição torna-se minha desculpa. Mas gosto muito de dizer as coisas na presença das partes...
Gostaria também que as pessoas assim o fizessem quando se referissem a mim... Eu poderia, nesse caso, ter respondido: "E você? Está aqui para viver o mundo tal qual ele se apresenta?".
Eu estou aqui para fazer a diferença. Que bom que as pessoas percebem...
Mustafá!

terça-feira, 27 de junho de 2006

Flashes da Copa...


Ta-lento?

" A porta do céu é pra lá?"


Bom momento para substituição! Aaaaja sacooooo...

Mustafá!


segunda-feira, 26 de junho de 2006

No - stress!


Bem, de uns tempos pra cá tenho tentado dizer mais "nãos". Para as pessoas, para as coisas, para mim mesmo... Foi um conselho que minha médica acupunturista me deu, tendo em vista minha tensão, minha irritação, meu cansaço com as coisas... Tarefa difícil essa para mim que sempre achei que dava conta de tudo, que conseguia, em tempo hábil, terminar vários projetos, atender amigos, parentes e clientes sem pestanejar...
Ter menos tempo para as pessoas, não atender telefonemas, recusar-me a dar conselhos ou somente ouvir, deixa-me com a sensação de que vou ficar sozinho... Recusar trabalhos me faz imaginar-me sem grana, sem meu carro, na iminência de continuar andando de ônibus forever... isso me deixa mais ansioso ainda... Olhar o telefone e não ligar, pensando na conta... Não comprar roupas que eu não preciso... Não, não, não e não...
Acho que vou voltar a dizer sim... Parece-me mais conveniente...
Mustafá!

domingo, 25 de junho de 2006

Ele não é metrossexual?


Imagina se ele não fosse fresco, super-arrumadinho... o que ele faria em campo...
Mustafá!

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Enquanto isso...

No mundo fabuloso das notícias da Copa 2006...


Mustafá!

quarta-feira, 21 de junho de 2006

Eu, galo


Descobri agora pouco, numa dessas viagens que a gente se permite pela Internet, que, no horóscopo chinês, sou um galo. É! Isso me confere vaidade, conservadorismo, excentricidade... Um galo!

Ser humano é bicho estranho. Como se não bastasse aquilo que não somos (que culpamos ter herdado de nossos antepassados) e aquilo que somos essencialmente (que pensamos que somos, nossos defeitos, nossas qualidades, aquilo que todo mundo reclama que igual a gente não tem), temos que conviver com a nossa mania de tentar nos explicar relacionando aos animais, ao dia em que nascemos...

Ser humano é bicho estranho que complica as coisas. Mais fácil é culpar meu pai, minha mãe, minha criação, a minha escola, meus amigos, por aquilo que sou. É mais lógico do que ficar observando o galo rotineiro e exibido, para saber que sou assim ou diferente... É mais fácil e mais cômodo...

Não quero ser galo, nem na vida, muito menos no horóscopo chinês. O que que a China tem com a minha vaidade?
Mustafá!

terça-feira, 20 de junho de 2006

Sonho de duas rodas...


Essa noite eu sonhei com uma bicicleta verde que a gente tinha lá em casa. Não essas bicicletas que o consumo vende hoje em dia... Uma bicicleta verde musgo, sem marcha, com uma seleta de pano e garupeira. A garupeira era uma beleza!
A bicicleta era do Bruno, meu irmão mais velho, mas todos nós, meus irmãos e eu, herdamos em algum momento aquela imensidão de bicicleta. Era bicicleta boa da gente buscar leite na casa do tio Luiz, a casa mais longe que a gente podia ir quando era criança. Todo dia ia com a lata leve e vazia e voltava com a lata pesada de leite. Andava com a lata pesada naquele caminho que fazia a casa do tio Luiz ainda ficar mais longe, depois que passava a porteira da estrada. Bicicleta era bom para fugir dos cachorros do tio Luiz. Era viagem chata e monótona. Mas, se ia de bicicleta já era meio caminho andado. Aliás, era caminho não andado. Punha-se a leiteira na garupeira e ia. Ia e voltava.
Era bicicleta boa de, nas férias, pedir para o Rodrigo ir levando todo mundo pelo asfalto até bem perto de São Sebastião. Íamos os quatro na mesma bicicleta: Rodrigo, Fábio, Gabriel e eu. Descia-se correndo nos morros e, nas subidas, como não podia ser tanta a força do Rodrigo, a gente ia a pé mesmo... Depois era ficar quieto e guardar a felicidade de ter chegado bem próximo a outra cidade de bicicleta. Adultos não sabem que criança não morre de felicidade e tinham medo da gente morrer no asfalto.
Depois de um tempo a bicicleta deu sinal de cansaço. Ficou encostada num canto da horta. Tomou sol, chuva... Só hoje me dei conta de que ela sumiu... Virou sonho...
Mustafá!

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Confusão de pensamento... Transfusão de pensamento... Transmissão de pensamento...

1 - Deixe que a canção fale por você:
"Tentei entender porque isso assim
Você sem mim
A meia-noite o sol pode brilhar
Se você sorrindo me procurar
Paraiso é estar com você"
2 - Amigo é amigo e seu pedido é uma ordem:
Eu preciso entender a concretude áspera da vida... De que me vale uma blusa de um time de futebol, se eu nem sei em quem ou em quê eu acredito? O que vale a criança de maria-chiquinha multicolorida, se felicidade é só momento? Festas juninas e olhos de amêndoa. Amendoim. Os amores que passam, como o mês frio e o barulho dos celulares em bibliotecas.
3 - A qualificação veio. Não ser mais um desqualificado me deixa com a sensação de impotência diante até do meu trabalho.
4 - Nem tudo faz sentido. É preciso construir sentido... E é tudo que eu peço.
5 - Reticências para a morte de Bussunda...
...
...
...
6 - O Brasil, que tem seleção mas não tem time, continua mal... E eu vou perguntando: "até quando?"
7 - Feriado foi bom... Entre mortos e feridos, quem não sobreviveu foi a vaca... Tamu aí é pra isso mesmo...
Eu continuo [off], mais até do que antes... Mas quem se importa?
Mustafá!

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Hoje...

[ ] ON
[ X ] OFF
Mustafá! Bom findi prolongado...

terça-feira, 13 de junho de 2006

"Pra frente Brasil, salve a seleção!"

Pô desculpa aí, mas em 90 minutos de jogo eu fiz mais que a seleção brasileira:

- Cuidei da Ana que estava com febre;
- Comprei remédios e um termômetro;
- Estorei duas panelas de pipoca; e
- Servi refrigerante para todo mundo...
Tem dó! 1 a 0 para um bando de toalhas de mesa de restaurante italiano...
Mustafá!

segunda-feira, 12 de junho de 2006

Sou brasileiro (?)

Eu tenho medo do país em época de Copa.
Vizinhos, velhos inimigos e desconhecidos, juntam-se para enfeitar ruas...
Chefes e funcionários, duas espécies que não se bicam, reúnem-se para decidir que barzinho irão e - se o Brasil ganhar - que nem vão voltar para o trabalho, é óbvio...
A biblioteca da Faculdade de Direito da UFMG fecha às 13h e os alunos, os mesmo que reclamam quando a gente fecha às 22h30m e não abrimos aos sábados, sequer aparecem com abaixo assinado...
Alguma coisa muito estranha acontece com as pessoas no tempo de Copa do Mundo. Eu não quero nem saber. Quero que o país pare para ver se consigo alcança-lo.
Mustafá!
Para refletir (afinal também é ano de eleição) - clique na foto:

sexta-feira, 9 de junho de 2006

O tratamento que promete...


Como diria meu grande amigo, o Rei (alguém já descobriu de quê?), Roberto Carlos: "Daqui pra frente, tudo vai ser diferente"!!!
Estou entrando numa nova era de tranquilidade, de "pazciência" e de adeus a irritação. Estou fazendo acupuntura!
E os efeitos já podem ser sentidos: vinha eu hoje de ônibus para o trabalho, quando um misto de Luiz Caldas, Cid Guerreiro e Sarajane (na verdade ele era mais Sarajane do que a própria) queria sentar ao meu lado no ônibus. Minhas pernas são longas e os assentos dos coletivos não correspondem a minha necessidade de espaço, por isso, quando estou sozinho, sento meio de lado, com as pernas sobre o outro assento. Eis que aquele ser me diz: "não pode ocupar dois lugares ao mesmo tempo, você nunca leu os anúncios de 'gentileza urbana'?
O Leandro pós sessão de acupuntura nada disse, apenas se esquivou para ficar o mais longe possível daquele mutante autoritário, mas o Leandro antes desse tratamento certamente lhe diria: "Vá para kasadukarai!!!". Será que ele não pensou que eu sou uma pessoa educada que, vendo a necessidade de alguém sentar ao meu lado, nao cederia o lugar?
Um novo tempo...
Bom findi...
Mustafá!

quinta-feira, 8 de junho de 2006

Em clima de dia dos namorados...

Ele a traiu. Terminou tudo. Arrependeu-se:


Apelos foram infindos...



A resposta:





Mustafá!

terça-feira, 6 de junho de 2006

Apocalipse


Hoje não!
Hoje é dia da besta! 06/06/06
Achei até que o mundo fosse acabar...
O que você faria se o mundo fosse acabar?
Mustafá!

segunda-feira, 5 de junho de 2006

"Pobre menina, não tem ninguém"


Acordei hoje pela manhã e, mesmo sendo através do programa da Ana Maria Braga, acompanhei, mais uma vez, o caso da filha que matou os pais e foi ao motel. Suzane Von Richthofen, seu namorado e seu cunhado, cúmplice e culpados respectivamente, seriam julgados hoje pelas atrocidades que fizeram com os pais da menina. Seriam, caso a justiça desse país não fosse uma piada.
José Simão satirizou em sua coluna que a menina só voltou para a prisão quando o Fantástico exibiu cenas do advogado convencendo Suzane a fingir em frente às câmeras, ou seja, matar os pais pode, fingir no Fantástico não! Achei, quando li a crítica, que o fim dessa bandalheira estava próximo. Não imaginei que o julgamento fosse ser pior. Advogados se recusam a ficar no julgamento, portanto o julgamento terminou... A menina volta para prisão domiciliar, volta a brigar pela herança dos pais e os dois (mais pobre obviamente) voltam para a prisão (essa de chave e cadeia que vemos em novelas mesmo). Daqui a mais de um mês a imprensa, o juri, os advogados, a cidade de São Paulo como um todo volta a mobilizar dinheiro, tempo e expectativas para um julgamento cuja sentença já deveria ter sido promulgada no dia em que os assassinos se declararam culpados.
O que me impressiona na justiça desse país é que a gente tem que conviver com essas pessoas nas ruas e engolir o fato de que eles já cumpriram sua pena, pelo menos aos olhos dessa Justiça. Assassinos cujos homicídio foram praticamente televisionados e, mesmo assim, continuam soltos, inocentes perante a um Tribunal negligente.
Suzane é mais uma que sairá ilesa.
Mustafá!

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Buchinha do nordeste


Hoje vou tomar minha penúltima atitude contra a minha sinusite. A última será pular do Edifício Acaiaca, em plena Av. Afonso Pena. Bem, mas voltemos a penúltima: vou inalar a "buchinha do nordeste"!
"Ahhhh! É amooooooor! Ai ai ai é amoooor!!!". Nossa! Até confundi com o "Morango do Nordeste"... Mas tudo bem... Desde que adquiri a buchinha do nordeste no Mercado Central (pasmem: 50 cents cada uma e as três que comprei cabem na minha mão), essa música não sai da minha cabeça.
Mas Santo Frank Aguiar vai me ajudar que eu vou me livrar naturalmente da minha dor de cabeça. Dizem que melhor "remédio" não há. Já me disseram também que tem gente que já teve até parada respiratória com essa tal buchinha, mas porque ao invés de inalar, bebeu! Portanto fiquem tranquilos, não beberei a buchinha, só cherarei! Se ficar doidão aviso e aceito incomendas. Vou entrar para o mundo do tráfico de intorpecentes. Compro no Mercado Central por 50 centavos e vendo por 2,50! Vai ser a glória!
Depois eu conto (se sobreviver!) o que deu!
Por hoje é isso...
Bom findi!
Mustafá!

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Já tenho candidato!

Mais de cinco milhões foram gastos na CPI dos Correios e, praticamente, nada de concreto foi feito. Há 60 dias a Câmara dos Deputados está parada por conta de outras CPIs. Depois vem Copa, depois eleição...
Por falar em eleição recebi um e-mail e agora já tenho um candidato e passo a fazer campanha para ele aqui no FdG.
MARCOLA PARA PRESIDENTE (O candidato que não precisa de Brasília, basta um celular para governar o país!)
"Só em 3 dias, entre outras coisas, ele: reduziu o trânsito; tirou os camelôs das ruas; reduziu a carga horária de trabalho ( sem reduzir o saldo do final do mês); aumentou o contingente de policiais militares nas ruas; mobilizou os deputados; aumentou o poder da fé entre as pessoas; potencializou o ambiente para uma subida do dólar e auxílio aos exportadores; permitiu que as famílias jantassem juntas; tirou as crianças das ruas e os jovens da noite; baixou a taxa de roubo; uniu opositores na mesma briga; fez os direitos humanos e o ministério público visitarem as prisões; e acabou com a revolta ... Sem contar que ele assume que é ladrão. Não propõe acordo e nem dança comemorando a pizza..."
Nilce, adorei a sua dica! Marcola na cabeça!
Mustafá!