sexta-feira, 31 de março de 2006

Ufa!

"Hoje tem festa oxente uai, vem com a gente que um mar de gente vai. Axé brasil, axé Mians Gerais!!!"
Semana atribulada essa... Bota atribulada nisso. Dar aula, trabalhar, prestar serviços, ter família com problemas, estudar para concurso, trabalhar no projeto de qualificação do mestrado, não dormir, postar...
Ufa, que bom que amanhã é sábado e tenho que trabalhar, fazer mudança, colocar as coisas no lugar... Enfim, a luta continua companheiro...
Tenho fé na semana que virá. Vou me programar melhor para aparecer mais vezes. Semana que vem tem Axé Brasil e um monte de gente que eu gosto vindo pra Belzonte: Ni, Carol, Lili e Ricardo... Vai ser fera, vai ser festa na certa!!!
Bom findi pra todos!
Bom findi pra mim também, que eu mereço!
Mustafá!
Música: Jamil.

quarta-feira, 29 de março de 2006

Pausa para o poema.

Dia para descoberta de uma boa poetisa. Poesia acalma a vida na gente, ajuda a colocar os objetos da alma no lugar.

Incompreensão dos Mistérios
Elisa Lucinda
Saudades de minha mãe.
Sua morte faz um ano e um fato
Essa coisa fez
eu brigar pela primeira vez
com a natureza das coisas:
que desperdício, que descuido
que burrice de Deus!
Não de ela perder a vida
mas a vida de perdê-la.
Olho pra ela e seu retrato.
Nesse dia, Deus deu uma saidinha
e o vice era fraco.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
Sem mais para o momento!
Mustafá!

terça-feira, 28 de março de 2006

Vem, inseto da esperança, vem!


Dizem que joaninha (aquele inseto geralmente vermelho com bolinhas geralmente pretas) é sinônimo de esperança. Se pousa na vida da gente, trás esperença.
Joaninha nenhuma pousou no meu dia de hoje e eu precisava dela. Mas não me importa. Vou ter esperança assim mesmo. Vou contrariar os mais pessimistas e vou contrariar os mais otimistas, porque tenho mais esperança que eles.
Talvez seja só uma nuvem nebulosa e escura. Talvez seja só o pio de uma coruja. Mas eu aprendi a transformar corujas em "corujas coloridas". Aprendi a dar abraços de ursos tão fortes, que quebram os ossos. Isso ninguém tira de mim...
Aprendi, com mãos carinhosas, a desenhar as letras e escrever poemas. Aprendi a gostar das páginas, mesmo as mais amareladas. Aprendi a gostar das letras das músicas, a ouvir com atenção para perceber a verdade oculta do prazer das canções. Aprendi um amor doação, dedicação, incondicional. Aprendi a gostar de uma vaidade nos bobs nos cabelos. E isso ninguém tira de mim...
"Eu só sei que confio na moça e na moça eu ponho a força da fé" (Gonzaguinha)
Mustafá!

segunda-feira, 27 de março de 2006

É o fim...

Confesso que fiquei decepcionado com o fim da minissérie JK e com o que se aproxima do BBB. Mas vamos por itens:
A minissérie foi longa demais. Os personagens ficaram estereotipados demais e a ausência da certeza se tudo aquilo era verdade ou não me deixou um tanto confuso (o que me rendeu até a fama de mentiroso e fofoqueiro como já disse em post anterior). Gostei mais dos personagens que não existiram e a História continua, para mim, obscura com relação do verdadeiro homem que foi JK. O personagem de Dan Stulbach (Zinque ) foi o mais complexo e o mais coerente do início ao fim. O ator mostrou-se, novamente, um grande profissional.
Que cena foi aquela da Marília Pêra em câmera lenta querendo atirar-se no túmulo com José Wilker? Por mim tinha caído...
O BBB foi sem sal demais. Acho que Gustavo deve ter achado que continuava num convento. Todos bons demais, falsos demais, hipócritas demais. Os 14 que ali estiveram só queriam amigos, nenhum deles estava atrás da grana. Faz-me rir... Sobraram a menina mais bonita, o doidinho atrapalhado e a mais pobre de todos. Advinha quem vai ganhar? Depois o Elbuesta ainda fica bravao que eu e a Juliana sabemos de tudo o que vai acontecer antes mesmo do programam começar. O óbvio me irrita na maioria das vezes...
A sexta edição poderia mesmo ser a última, não ligaria não. Aquela moça repetindo 31, 31, 31, 31, 31... passou a fazer parte dos meus sonhos, ou melhor, dos meus pesadelos. Acho, inclusive, que ela é quem mais combina com essa última edição do programa: pálida, monótona, repetitiva...
Estamos na era da pouca criativadade. Repetir é a palavra de ordem. Não basta fazer um bom filme, é preciso ter "De volta para o Futuro um, dois e três". Estou cansado de ir ao cinema e ver a mesma coisa, estou cansado de ligar a TV e ver uma outra novela com a mesma estória. Estou cansado do "mais do mesmo".
Mustafá!
Obs.: a figura falhou...

sábado, 25 de março de 2006

Sem tempo...

Grande sensação de impotência quando não se tem tempo para realizar tudo aquilo que se prometeu...
Prometi escrever um post grande, mas não deu tempo...
Mustafá!
Bom findi!

quinta-feira, 23 de março de 2006

A vara desesperada acadêmica


Dia reservado para programas acadêmicos. Elbuesta, para todos os que o conhecem daqui do FdG, é mestre. Fui hoje assistir sua defesa.
Caras de conteúdo a parte (por um momento achei que minha cabeça não fosse suportar tantos termos científicos e tantos riscos que viravam sinais de equações) foi muito legal descobrir que todos aqueles gráficos e figuras não eram somente descansos de tela no nosso computador. Tudo bem, eu não vou usar aquilo como plano de fundo no power point...
Não entendi muita coisa e já sou intimo de todos por aqui pra dizer que não entendi realmente nada. Por vários momentos achei que fossemos ser atingidos por uma vara de pescar desesperada...
Momento roube a piada alheia: se desde que eu sai do segundo grau eles não descobriram o valor de x, imagina agora com tantos símbolos, como a coisa vai ficar...
De qualquer forma a aprovação com louvor foi digna da família, tomara que tudo continue caminhando para o bem com os parentes mais próximos...
Mustafá acadêmicos!

quarta-feira, 22 de março de 2006

Eu, mentiroso, confesso...


Grandes mentiras repetidas com veemência se tornam grandes verdades, isso todo mundo já sabe... Agora, grandes fofocas mentirosas também?

Bem, tudo começou num afã de uma conversa. Estávamos todos na Faculdade de Direito, enquanto tomávamos café, falando pelos cotovelos. Conversa vai, risada vem. Falamos das tragédias pessoais e dos escândalos coletivos. Como de praxe... Alguém emenda com o assunto da minissérie JK. Falamos sobre o que era verdade e o que não era. Os personagens verídicos e os fictícios... Enquanto isso, numa conversa paralela, eu escuto:

- A mulher do JK mandava matar!

Eu pensei: “não, não pode ser. Uma pessoa retratada tão tranqüila. Tão sem sal e sem açúcar pela Deborah Falabella no início, igualmente sem graça pela Marília Pêra na segunda fase... Mas que horror, uma pessoa que dá nome a hospital, “Sarah
Kubitschek”, matar pessoas.

Espalhei para a família inteira. A mulher do JK mandava matar! “Matava quem?”, perguntavam. Sei lá, eu respondia, talvez um inimigo político, talvez uma amante mais afoita que a Letícia Sabatela...

Qual não foi o meu espanto ao saber que na verdade o JK que havia sido pronunciado em meio a nossa conversa referia-se ao condomínio existente em BH. E a mulher do JK era uma moradora do condomínio e naão a esposa do ex-presidente...

Como dizer pra todo mundo que a Marília Pêra não é uma assassina. Que JK não dormia com inimigo?!

Tarde demais... Mentira repetida com veemência vira verdade.

Se me perguntarem: “Ué, a minissérie não vai falar que a mulher do JK mandava matar?” Eu respondo: “A Globo não mostraria isso...”
Mustafá!

terça-feira, 21 de março de 2006

O mendigo, não mais o Rei, está nu!


O mendigo está nu. Não, não é o Rei. Não se trata de nobreza ou realeza. Trata-se de pobreza. O mendigo está nu. Nu!!!
Não se trata de servo, escravo, baixo ou alto clero. Trata-se do João Ninguém, também conhecido como Fulano, Beltrano ou Ciclano. O mendigo está nu, para quem quiser vê-lo. Na calçada, pronto para atravessar a avenida movimentada. Quem o vê, sorri, dá gargalhada ou se cora de vergonha. Mas continua, com o fluxo de carros. O mendigo está nu, mas é preciso correr porque o tempo urge.
O que há de vergonha na ausência de pudores do mendigo? O que há de errado com a falta de roupas do sujeito?
Muitos são os que não percebem a "nudeza" do homem que está prestes a atravessar a avenida. A cor negra que lhe é característica na péle mistura-se com a sujeira e a poluição provocada pelos automóveis. Por um instante penso que ele está coberto de roupas sujas. Mas não. Seus órgãos genitais denunciam que ele está nu. O mendigo está nu! Não há fio mágico que o cubra. Não há hipocrisia que nele enxergue roupa sequer.
O mendigo está nu, mas coberto de nossas vergonhas. Não há vergonha maior do que a falta de respeito e de dignidade.
De que lhe valem as roupas se ele já não tem o que lhe cobrir o estômago? De que valem pedaços de panos, se não é preciso cobrir o rosto, pois se já está exposto, ali no sereno, no sol?
As roupas foram as últimas coisas que o mendigo da Av. Pedro II perdeu.
Mustafá!

segunda-feira, 20 de março de 2006

Quer saber?


Quero que o mundo saiba que hoje não estou para risos. Ah! Quer saber? Cansei...

Cansei de reclamar do meu dedo latejando dentro do meu sapato. Cansei de reclamar do calor, da chuva, do frio, do céu nublado. Cansei de reclamar do colchão duro. Cansei de reclamar da comida insossa ou salgada demais. Cansei de reclamar do escuro ou da claridade excessiva. Cansei de dizer que não quando quero dizer sim. Cansei de dizer sim, quando não quero. Cansei de não dizer nada ou de ficar em silêncio quando queria gritar. Cansei, cansei mesmo. Cansei de pensar em mim mesmo. Não quero também pensar nas dores do mundo. As dores são inevitáveis. Pra mim e pro mundo.

Algo está errado com a roda viva que chamam vida. Não dá pra entender que uma das melhores pessoas que conheço, se não for a melhor, passe por qualquer sofrimento. Seja ele de ordem psicológica ou física.

Quer saber? Cansei. Não sei a quem pedir. Não sei que promessas fazer. Quero ser mal, pelo menos assim serei castigado por um bom motivo. A bondade não compensa.

Quero acreditar numa vida menos fatalista.

Mesmo que ninguém entenda esse post eu afirmo: também não estou entendendo mais nada...
Mustafá!

sexta-feira, 17 de março de 2006

"Só de sacanagem"


Houve um tempo em que se cantava a vida. As letras, combinadas com as músicas, construíam canções que protestavam, reivindicavam, criticavam, berravam... Eram tempos de Buarques, Caetanos, Vandrés... Eram tempos difíceis que, mesmo no prazer do entretenimento que sempre representou a música, refletiam a situação política e econômica do país.

Hoje isso perdeu toda a importância. Os que tentam escrever músicas pensantes são estereotipados de pedantes. Os que tentam parar e refletir são denominados “cult” e isso lhes garante mais que o fracasso: a rejeição.

Músicas hoje estão atreladas à coreografia. Se não puser a mão no joelho e não der uma abaixadinha, lá se foi a importância de ouvir a canção. Nada de entoar hinos. Entoemos cantigas para boi dormir.

Tentativas esporádicas existem. Estava ouvindo o CD da Ana e do Jorge, que não se encerra na música que foi parar na novela, e escuto um texto declamado por ela, dizendo:

Só de Sacanagem (Elisa Lucinda)

“Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova?Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: “Não roubarás”, “Devolva o lápis do coleguinha”, Esse apontador não é seu, minha filhinha”. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha ouvido falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.Só de sacanagem!Dirão: “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba” e eu vou dizer: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau. Dirão: “É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”. Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.Eu repito, ouviram? IMORTAL! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!”

Atual, leal... Bom findi!
Mustafá!

quarta-feira, 15 de março de 2006

Jogo de marketing


Eu e a janela do ônibus temos um pacto. Ela me mostra tudo e eu vejo o que quero. Às vezes não vejo nada apesar de olhar, outras capto coisas engraçadas e situações inusitadas. Só as que me chamam a atenção.
Hoje a janela do ônibus me mostrou algo curioso. Vinha eu destraído quando li uma placa: "Não temos filial".
Pensamentos vagueantes: deveria ser avisado a existência, não a ausência de filiais. Seria o mesmo que avisar "não temos pão". Interessante seria saber que se tem bolo, biscoitos etc. etc. etc...
Pensamentos vagueantes II - a missão: o dono da loja de macumba (porque se tratava de uma!) era um gênio de marketing, pois estava interessado em pessoas que, como eu, estavam nos carros e nos ônibus e, ao verem a loja, poderiam pensar que não era o melhor momento de adquirir uma vela de sete dias e deixar para comprar na filial. Por isso o aviso! "Não temos filial" era o mesmo que me dizer: "pô deixa de preguiça, compra agora porque só tem essa".
Pensamentos vagueantes III - os deuses devem estar loucos: nas próximas festas, os interessados em relacionamentos relâmpagos podem colocar uma placa no pescoço: "Não tenho filial". Ótima idéia.
Mustafá!

terça-feira, 14 de março de 2006

Ponteiros...


De volta a rotina nada poderia dar errado. Tudo dá certo quando se programa o dia, certo? Não, errado! Acordei às 6 da matina para estar na UFMG às 7h30m. Uma hora e meia era tempo suficiente para chegar, tomar um café da manhã, ir para a sala de aula, afinal no primeiro dia de aula, eu como um professor responsável não poderia me atrasar, certo? Errado!
Tudo deu errado. A previsão da Ana que em 20 minutos eu chegaria na UFMG falhou em uma hora e quarenta minutos. Perdi o ônibus pois estava a 100 metros antes do ponto. O segundo ônibus não passava nem por reza brava. Um engarrafamento na Avenina Pedro II. Um acidente na Avenida Carlos Luz. Um ônibus lotado. Uma mochila atrás de mim emportunando... Enfim, um daqueles dias que não vale a pena sair de casa.
Resultado: nervosismo maior do que o normal. Enfrentar 36 pessoas encarando-o como professor não é nada fácil. Ainda mais como um professor atrasado. Mais uns três anos e essa má impressão se dissipa... Isso se eu tiver sorte...
Atrasos me irritam mais do que ausências. Atrasos tornam os meus dias angustiantes. Trânsito me irrita profundamente... Hoje eu não deveria ter levantado.
Vim direto para o FdG pois já estava com saudades desse espaço virtual. Há dias estou numa correria só.
Devo afirmar que já desfiz as malas e, por um bom tempo, elas continuarão vazias. Devo ainda contar que cai da escada e meu pé está debilitado. Devo agradecer ao Elbuesta, que gentilmente me emprestou um pisante moderno e jovial para esses dias de dedos roxos e pés latejantes. Devo informar que a formatura de Lili foi pra lá-de-Deus-me-livre de divertida, apesar da manquitolância. Devome despedir, pois o s afazeres me chamam.
Mustafá!

quinta-feira, 9 de março de 2006

Desfazendo malas...

Voltei. Mesmo que mais moreno, mesmo que falando um pouco arrastado... Voltei. Não sei se felizmente (porque grandes viagens só fazem sentido quando há monotonia) ou se infelizmente (porque essa viagem foi muito boa e aquele local é um paraíso).
João Pessoa é uma cidade sui generis. Pessoas desconfiadas, sem vida noturna. Tudo é muito barato e a paisagem, a bela paisagem, é de graça! Nunca vi tantos lugares bonitos juntos. Conhecer pessoas e culturas faz bem para a alma da gente. Estar com quem se tem afinidade (mesmo que cantando numa avenida vazia, comendo camarão a beira-mar ou empurrando uma mala pesada) é essencial para se sorrir sem esforço e curtir o momento.
O por do sol, a caipirosca nevada, o caranguejo, a ciriguela, a tapioca, a macaxeira... Tudo isso teve um sabor diferente nas terras nordestinas. Teve sabor de amizade, de sorrisos fartos e de muita curtição.
Prometo que volto com mais calma na semana que vem. Vou viajar de novo para comemorar a formatura da Lili, minha grande amiga, minha grande irmã.
Prometo ainda mais fotos de João Pessoa, Recife, Olinda e Porto de Galinhas. Quero dividir com todos esses momentos aqui no FdG.
Voltar para casa é estranho, mas necessário. É o cilo da vida... Depois tem mais...
Mustafá!

sexta-feira, 3 de março de 2006

Ufa!




Gente, que maratona! Que viagem é essa? Estamos exaustos, porque de dia muita coisa bonita para se conhecer: sotaques, lugares, (poucas, mas interessantes) pessoas.... e à noite temos que criar a badalação joão pessoense. Nunca imaginei que encontraria uma noite virginense aqui na Paraíba, mas tenho certeza que a noite de João Pessoa não será mais a mesma depois de nossa passada por aqui, rs...rs...rs...
Já conhecemos o litoral sul - fomos até à praia de Tambaba (informem-se e verão o que ocorre lá, hahaha), Picãozinho (isso mesmo!) - uns recifes muito bonitos em que os peixes vêm para se alimentar do pães que levamos, Cabo Branco, Ponta do Seixas (o local mais oriental do país) e Tambaú, que é a praia em que estamos hospedados.
Ah! A máquina voltou, não sabemos se as fotos do sambodromo voltaram, mas...
Muitos amigos, muitas risadas e muita saudade de isso aqui tudo já, que é sem dúvida um paraíso. O único problema é Calypso e similares...
Vão aí algumas fotos:
Bom findi pra vocês, porque o nosso será em Recife e Porto de Galinhas...
Mustafá!