segunda-feira, 25 de maio de 2009

Palavras, apenas...


Palavras... Palavras me encantam desde quando eu era criança... Já disso isso aqui no FdG uma vez e repito agora...

Sempre que descubro quero logo sair usando. Foi assim e sempre será. Palavras teimam em minha mente. Às vezes esqueço como as escreve e até as escrevo errado. Pior é quando cismo que se escreve assim, quando se escreve de outra maneira, a correta.

Mas não sabia que as palavras acordavam comigo. Ontem quando meus olhos abri, pela manhã, uma palavra me veio à mente e me acompanhou o resto do dia: claudicante.

Nada se refere à Cláudio(a). Não é advérbio. É adjetivo.

Fiquei horas tentando lembrar de onde tinha despregado essa palavra para que ela se colasse na minha cabeça... Não me lembrei...

Claudicante é algo que vacila, erra. Isso eu sabia.

Vai Leandro, ser claudicante na vida...

Mustafá!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Nem palha, nem pau, nem pedra...

... O negócio agora é espirro:
Mustafá!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Do dicionário da vida...

"UMA DEFINIÇÃO NÃO ENCONTRADA NO DICIONÁRIO
Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças."


Mustafá!

ZUSAK, M. A menina que roubava livros. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2007.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

No mundo da miss...



A questão toda é o Tratado de Quioto, lógico!
Mustafá!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Da série Tio Coruja - 11

:: A ESCRIVINHADORA DE CARTAS ::

Ana Luisa escreveu um cartão para o meu pai, em comemoração ao seu aniversário:

"T MAO, OVO"

E ainda completou:

- Eu adoro escrever cartas...

Mustafá!

Fé minha

Em algum lugar da minha vida - recente - eu devo ter perdido minha fé nas instituições religiosas. Antes eu acreditava até na igreja com i maiúsculo. Hoje não. Eu sei que fé é comodidade... A gente acredita naquilo que nos convém. Eu acredito em Nossa Senhora porque mãe não tem como não amar. E isso me faz tão bem. Eu acredito em Deus, porque acho importante ter alguém sempre me olhando, me cuidando, me amando do jeito que eu sou, porque é o jeito que Ele me fez. Fica tão simples ser amado assim que é até bom corresponder esse amor. Eu chamo isso de fé.
Fui até Aparecida do Norte e não encontrei igreja nenhuma. Tinha um monte de tijolos. Eu poderia até comprar um e contribuir para o desenvolvimento do templo. Eu ri. Tijolo assim não é coisa de Deus. Eu me emocionei quando vi a Santinha Pretinha que encanta a todos e se chama Nossa Senhora Aparecida. Parece que só por vê-la e pensar nela vendo-a ali representada, fez sentido a minha viagem. Mas o resto não. Tropecei em tantos cofres, que eu desecreditei dos homens. Por isso eu não acredito em santos.
Em algum lugar de mim ainda se esconde minha fé. Que não precisa de tijolos, que não precisa de muitas demonstrações pra me fazer bem. Eu sinto, eu rezo, eu falo e tudo conspira a meu favor, mesmo quando não conspira. É a ordem das coisas e eu aceito, faz parte do jogo...
Quando eu morrer eu vou sentar num banquinho do lado de Nossa Senhora e ficar ali esperando pra ver o que vai acontecer.
Mustafá!