segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Mentiras que vêm para o bem

Eu, assim como todas as pessoas mais normais que eu, odeio ligações para empresas do tipo Banco do Brasil, Telemar, Oi... Essas coisas... Tenho alergias com os gerúndios (já disse aqui!), tenho infartos com aqueles "aperte 1 para problemas na próstata", "aperte o 2 para prisão de ventre" e morro de raiva com as transferências infindas que ocorrem nesses telefonemas... Uma ligação dessas pode exterminar o humor do meu dia. Confesso que tenho pena do ser-humano (?) que está do outro lado da linha, mas nem ligo...
Liguei hoje para o Banco do Brasil para cancelar um cartão de crédito que me deram sem que eu pedisse. Ah! Também adoro essas advinhações que sempre "nos trazem vantagens", mas a única coisa que vejo acontecer é meu saldo diminuindo... Fiquei uns 30 minutos mais ou menos tentando cancelar algo que eu sequer havia pedido... Respirei fundo, confirmei meus dados uma vez. Uma transferência. Confirmei meus dados novamente... Outra transferência. Nisso atende alguém com um sotaque gaúcho. Já pensei eu que iria dar um giro pelo país todo... Mais uma confirmação de dados e (!) outra transferência. Pensei em xingar todo mundo. Até o fiz assim bem quietinho na minha cabeça, mas não externalizei minha raiva. Usei de uma outra artimanha:
- O Sr. poderia me explicar porque gostaria de cancelar o cartão?
- Eu não gostaria amigo, eu vou cancelar o meu cartão...
- Tem algum motivo especial? Esse cartão que o Sr. recebeu tem inúmeras vantagens...
- Olha, eu não queria, mas vou ter que revelar o verdadeiro motivo dessa ligação.
- Pois não Sr?
- Eu sou comprador compulsivo. Meu médico psiquiatra está usando um método novo. Um tratamento comportamental em que eu passo por uma série de restrições e, a primeira delas , é cancelar os meus cartões de crédito...
- Mas...
- Amigo, por favor me ajude! Se você me convencer de que eu só tenho a perder com esse cancelamento você não me ajudará com o meu tratamento do transtorno obsessivo compulsivo por compras... Eu sei que esse é o seu trabalho, mas esse também é o meu maior problema.
- O cancelamento está sendo efetivado, Sr.
- Obrigado, muito obrigado. Deus, meu médico, principalmente meus pais, que arcam com todas as minhas despesas, e eu, agradecemos esse seu ato.
- O Banco do Brasil agradece...
Tutututututututu...
Uma mentirinha assim vale, não é?
Mustafá!

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Último comentário pré-eleitoral

É impressão minha ou a Mariza Letícia Lula da Silva está a cara da Tônia Carrero?
Deve ser o stress eleitoral...
Mustafá!
Bom findi...

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

A chave do sucesso!


Resolvi! Vou largar a biblioteconomia, a ciência da informação, a biblioteca da faculdade de direito... Enfim... Vou largar minha profissão. Não vou virar anarquista, não pensem isso de mim! Vou virar chaveiro!
Isso mesmo. Ontem tentei em vão pela 19a. vez abrir o armário do condomínio pertencente ao nosso apartamento. Não achei a chave do cadeado, não consegui desparafusar o "trem" lá... Uma canseira só. Resolvi ligar para o chaveiro. Ele combinou que tudo, eu disse tudo, ficaria em R$20,00 (vinte reais). Eu não achei nada barato, mas imaginei o trabalho que ele teria, lembrei do trabalho em vão que tive, essas coisas da consciência da gente querendo convencer a gente mesmo que o outro tem razão. Tudo bem, vinte reais ( e, por dentro chorando: Meu Deus, vinte reais... vinte reais num cadeado... vintinho... putaquepariu..).
Eis que a pessoa chega e, com um arame, eu disse: com um arame, A-RA-ME(!), abre o cadeado, vira pra mim e sorri. Eu demorei mais tempo abrindo minha carteira e entregando o dinheiro do que ele abrindo o cadeado. Fosse pela minha decepção, fosse pelo meu pão-durismo, fosse pelo que fosse... O sujeito, sem ter as faces rosadas, pegou o dinheiro, virou-se e foi, provavelmente arranjar outro trouxa que lhe pagasse vinte reais por aquele serviço que qualquer gatuno transeunte me faria...
Logicamente fiquei horas brincando com um cadeado e um arame tentando abri-lo. Não consegui ainda. Prometo que quando conseguir, mudo de profissão...
Mustafá!

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Impasse

A numerologia foi tentar descobrir qual era a melhor opção para o dia 29 de outubro de 2006, data do segundo turno eleitoral no país. Descobriu-se que, para brasileiro, nem a ciência (ou o que quer que isso seja) ajuda:


29+10+06=45

29-10-06=13


A indecisão continua.
Mustafá!

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Asneiras...

Tenho conhecido alguns blogs muito bons. Muito bons mesmo! Só não vou ficar citando aqui para não perder a clientela, que já está mais que escassa... Prometo que aos poucos vou colocando no link ali embaixo [Blogs e afins]. Fico pensando, quando leio esses diários virtuais, como minha vida é mais ou menos. Não no sentido de qualidade, mas no sentido de acontecimentos... (parentese: que frase foi essa? Me ajuda!). Tem gente que se diverte muito e se "mete" em cada uma... A única coisa que me deixa triste são os erros de português. Não consigo ler algo com erros pululando em minha frente. E dá-lhe concordância! E dá-lhe verbo conjugado completamente errado... E dá-lhe asneira... É preciso ter classe para escrever errado... Eu tento pelo menos...
Estou numa maratona para selecionar, dos mais de 400 textos que tenho escritos, alguns que valem a pena serem relidos por alguém. Já separei uns 170, mais ou menos, e, assim que terminar a triagem, disponibilizo em PDF aqui, no caso de alguém se interessar... Minha mãe pediu que eu leve todos os textos para que ela fique lendo... Queria fazer esse mimo e depois ficar ouvindo os comentários elogiosos dela, mas e impressora pra isso tudo? Minha mãe não tem paciência pra ler tudo no computador...
Bem, estou de luto. Na verdade, não estaria aqui escrevendo esse monte de lorota caso estivesse no Carnalfenas. Comprei o abadá, mas o trabalho não me deixou (a dissertação e a Faculdade de Direito). Tive que vender o abadá! Perdi Ivete, Chiclete, Jammil, enfim... Perdi mais um monte de coisa... Sem problemas, eu ainda acho tudo isso... Em algum lugar do futuro... (Profundo...).
Bom findi... Mustafá!

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Sobre palavras e números...

Ontem perdi o sono e usei o tempo em que estava olhando para o teto no quarto escuro para lembrar da minha infância. Tinha assistido a um documentário no GNT.doc sobre crianças na escola. Tentei pensar, tentando assim encontrar o sono perdido, sobre o que eu gostava ou não na escola até a 4a. série.
Descobri que a coisa que mais gostava eram os ditados. Todos eles! Os da D. Eliana, os da D. Olga, os da D. Laíz e os da D. Cidinha... Preferia então aqueles em que, além de frases, tínhamos que colocar a pontuação. Sempre gostei das palavras e dessa magia que as une e desses instrumentos que servem para que a gente consiga respirar: a pontuação! Lembro da D. Ruth ouvindo nossas leituras e tentando advinhar se nossas pausas e respirações estavam no lugar exato. Foi a primeira vez que ouvi as palavras "entonação" e "fluência".
Descobri também que a coisa que menos gostava era a conta de dividir. Não que eu já fosse egoísta nessa época. Talvez já fosse. Mas o problema era a Matemática. Tabuada minha mãe já tinha me ensinado a decorar... Diminuir e somar não representavam, para mim, grandes dificuldades... Mas divisão, nossa! E aqueles números que tinham ponto e depois vírgula!? Sempre achei que pontuação tinha que pertencer somente às letras. D. Laiz chamou até a D. Sônia uma vez na sala para ver se colocava na cabeça da gente como é que se dividia os números... Fiquei ligeiramente preocupado, achando que o motivo era eu, de ter que chamar outra professora para ensinar. Depois perdi esses escrúpulos. Não era. Só a Liliu conseguiu entender a divisão de primeira. Mas um tempo depois acostumei-me a errar as contas de divisão e não me sentir menor. Era gosto de cada um. "Meu primo só entendia matemática, eu, só português", era o que corria nos corredores da casa da Vó Anita. Depois veio "os nove fora" e a Matemática se tornou, para mim, até divertidinha...
Eu morria de medo de repetir de ano e perder todos os meus amigos e não conseguir fazer nenhum na outra sala...
Mustafá!

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Meu lado imperfeito musical


Estou numa fase sertaneja da vida... É isso mesmo! Eu nunca fui muito "bento", como diria minha mãe, para essas coisas de ritmos musicais. Afora ópera, que eu reconheço a beleza, mas que me deixa extremamente angustiado, eu ouço tudo, tudo mesmo!
Sou ouvinte compulsivo de uma mesma música. Quando gosto de alguma ouço até o Cd derreter. Aperto o "repeat" e que se dane a vizinhança. Aliás, em termos musicais, não sou um bom vizinho. Fico esperando o abaixo-assinado dos meus vizinhos para que eu desligue o som (geralmente as 23h30m), para que eu deixe a vizinhança de vez, para que eu páre de cantar (me achando) debaixo do chuveiro ou para que eu, pelo menos, "vire o disco".
Estou agora ouvindo... Vou falar bem baixinho: César Menotti e Fabiano. Não sei se foram os ares da última viagem que me deixaram assim, nesse estado sertanejo de ser, ou se foi o fato que só tínhamos um Cd. Acho que foram as duas coisas...
Já tem até música sertaneja correndo solta no letreiro ai de cima!
Li esses dias no orkut de alguém dizendo, em relação à música, que só não gostava de "porteira rangendo". Eu também sou assim. Tirando "Menino da porteira" que é um clássico e até quem gosta de rock progressivo conhece.
Mustafá!

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

"Tudo palhaço"

Tudo bem, eu admito... Se for para ser engraçado assim, eu também sou! Sou PALHAÇO e com orgulho...
Mônica, irmã da Tônica (dona da fábrica das águas Tônicas*), indicou-me um blog muito engraçado... Eu ri demais. Muito bem escrito e articulado. Veja ai! Eu vou colocar o link no FdG porque eu vou ler sempre e recomendo a leitura. Dá até para fazer um curso de como maneirar na palhaçada... Pô, eu to tentando...
Findi prolongado com direito a uma mala inteira de vontade de ficar... Fotos? Tem um monte espalhada pelas máquinas, mas quem disse que o povo manda? Se chegar eu coloco...
*Momento piada-interna, só quem andou um dia inteiro no shopping sem ter o que comprar, sabe...

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Malas prontas, again!

Sumi, eu sei... E nem é correria. Parece que minha dissertação já tem cara de dissertação. Dissertação em gestação. Não tenho nome ainda. Nem o sexo dela eu sei. Por isso compro roupas amarelas e verdes, que é para não contrariá-la mais tarde...
To de partida... Viagem! Volto na segunda... Para onde vou? Nem eu sei. A princípio SJC. De lá, minha viagem está nas mãos da Liliane, ai já viu né?
Bom findi prolongado...
Mustafá!

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Caminhada mal cheirosa


Levei hoje o meu coco e meu xixi para passear. Demos uma caminhada na avenida Bandeirantes às 9h da manhã. Foi lindo... Fomos caminhando até o laboratório...
Bonito foi ver todos, com potinhos na mão, na fila. Cada um com seus excrementos a tira colo... E a cada sinal de senha, um se levantava com seus potinhos e os levava lá pra dentro, para que os médicos dessem o melhor destino a eles...
Coisa fina é medicina: mexem no seu coco, fuçam no seu xixi e depois falam se tudo está certo ou errado com o seu organismo...
Prefiro os livros à qualquer potinho daqueles...
Mustafá!

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Deu no NYT

"Com a janela abaixada, eu estava relaxando numa cadeira de couro a bordo de um jato executivo de US$ 25 milhões, voando acima de imensa floresta amazônica. Sem aviso, senti uma impressionante sacudida e ouvi um estrondo ensurdecedor, seguido por um silêncio assustador. E então ouvi três palavras que jamais esquecerei. 'Nós fomos atingidos', disse Henry Yandle, outro passageiro.
(...)
Eu tenho sorte de estar vivo - apenas mais tarde eu soube que as 155 pessoas a bordo do Boeing 737, que provavelmente bateu no nosso, não tiveram a mesma sorte.
(...)
Nosso pequeno jato conseguiu permanecer inteiro enquanto um 737 que é maior e cerca de três vezes mais pesado desabou com o nariz apontado para o chão
(...)
Às 15h59 da última sexta, tudo o que pude ver e tudo o que eu sabia era que parte da asa não existia mais. Surpreendentemente, ninguém entrou em pânico. Os pilotos começaram calmamente a procurar o aeroporto mais próximo em seus mapas e controles.
(...)
Pensei em minha família. Não havia sinal para tentar uma ligação pelo celular. E como as esperanças afundavam junto com o sol, começamos a escrever bilhetes para nossas esposas e pessoas queridas, com a esperança de que as notas poderiam ser mais tarde encontradas.
(...)
Mais tarde naquela noite, recebemos cerveja gelada e comida em uma base militar. Nós especulávamos interminavelmente sobre o que tinha causado a colisão. Um balão meteorológico? Alguma parte de um avião que explodiu em algum lugar nos arredores? Qualquer que fosse a causa, estava agora claro que nós nos envolvemos em uma batida nos ares em que nenhum de nós deveria ter sobrevivido"
(Carta do jornalista Joe Sharkey, repórter do "The New York Times". Fonte: Folha On line)
Alguém pode me explicar as frases em negrito? Por quê esses detalhes?
Algumas pessoas não receberam cerveja e comida:
Mustafá! Bom findi...

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

No consultório médico


Como diria um amigo meu: "essa vida é um pandeiro"...
Fui hoje fazer exames de rotina... Bem, rotina não, porque nunca os fiz. Pode ser que vire rotina, mas num futuro... Escolhi, da lista do meu plano de saúde, um médico default. Isso mesmo! Ele me olhou duas vezes durante os longos 10 minutos que fiquei no consultório: uma para dizer "oi, você que é o Leandro Negreiros?" e outra para dizer "Tchau"... Iniciou nossa conversa (?) com uma pergunta sui generis: "Você tem o quê?". O DNA que herdei de meu pai fez força para não responder: "Não sei. Se soubesse não estaria aqui, estaria na farmácia comprando o medicamento logo de uma vez"...
Enquanto eu explicava o que estava fazendo ali ele ia psicografando algo que me entregou no final, em meio algumas esbravejações de raiva com a secretária que não tinha impresso meu prontuário... Entregou-me uma receita default e me mandou para o laboratório...
Liguei para o laboratório. Enquanto ela me explicava os grandes e higiênicos detalhes para se fazer exames de urina e fezes, a atendente mencionou:
- Higieniza o local...
- Que local?! Como assim?!!! (Perguntei eu, imaginando que teria que passar a noite limpando o banheiro ou um pote de margarina...).
- Sr! O ógão genital...
- Gente, mas isso virou local agora?
- (Um silêncio inoportuno do outro lado da linha) ...
- Tudo bem, o local estará limpo...
Confesso, talvez o meu lado interiorano ainda de ser, que fiquei meio sem graça de ouvir a menina falando que eu tinha que colher "o jato do meio"... Logo eu, que nunca tinha dividido o meu xixi...
É ou não é um pandeiro?
Mustafá! Preciso levar meu local no banheiro...

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Entre dizer não e ser mal educado

Eu sou a favor da revolução silenciosa. Descobrir que nossos "heróis morreram de overdose" e continuam no poder é muito difícil, eu sei. Mas o que posso fazer para reverter essa situação? Exerço a democracia, mesmo sabendo que a democracia é muito mais que me dirigir às urnas e pontuar minha decisão. Sendo assim, discuto - muito saudavelmente - com colegas e amigos minhas opiniões, meus argumentos de que votar em quem está governando um país mas não sabe o que nele ocorre é permeanecer num erro grotesco...
Sei que minhas opiniões não mudarão o mundo, tão pouco as decisões de quem convive comigo, mas exerço meu direito de livre expressão. Usei, inclusive, o FdG para tanto.
A fotografia acima mostra, mais uma vez, que não existe brasileiro engajado. Que as manifestações no país, são - e sempre foram - de mau gosto e muito pouco politizadas. Aliás, nesse país do avesso, o que vejo é politicagem, nunca Política. Comparar Lula a Collor é, no mínimo, ignorância. São corruptos de duas espécies diferentes. Collor eu chamaria de corrupto ativo, ele sabia se apropriar das vantagens que conseguia, soube usar o dinheiro... Lula, nem o dinheiro viu, é o que eu chamaria de corrupto burro: preparou o terreno para seus companheiros...
A imagem da mão do presidente, mesmo que remeta a idéia de mais quatro anos no poder, não é inteligente. É grosseira, apelativa...
Não votei em Lula. Não acredito na sua falta de conhecimento dos atos ilícitos de seus acessores. Mas não me infiltraria com os caras pintadas para dizer isso, não dessa maneira...
Mustafá!
.: MOMENTO DESCONTRAÇÃO:.
"Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe eu vou contar todo segredo
Esses caminhos eu conheço
Andar sozinho eu não mereço
E você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver"
(Você Pediu E Eu Já Vou Daqui -
Nando Reis)
Mustafá!

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Resultados das eleições do País do Avesso

Na presidência:

Tudo ainda continua muito obscuro...

No Senado:

PRTB - Fernando Collor de Mello (Alagoas) - Vai um Memoriol aí?

Em Minas:

Eliseu Resende - O candidato que era contra às eleições diretas é eleito com maioria dos votos populares (qualquer disparate terá sido mera incoerência)

São deputados federais:

Paulo Maluf - PP (739.827 - o candidato mais votado) - Nego-me qualquer comentário!

Clodovil - PTC (493.951 votos) - Pelos menos teremos motivos para rir...

Uma luz no fim do túnel:

ACM é derrotado nas urnas...

Mustafá!