quarta-feira, 30 de novembro de 2005

FdG: no smoke area!

Muitas coisas me estressem um pouco. Mas poucas coisas me estressam tanto quanto fumaça, cigarro e os dois juntos...
Cena1: Ponto de ônibus, um senhor pára na minha frente acende um cigarro e comea a tragar, se é que eu posso dizer que aquilo era uma tragada e não um atentado solitário ao meio ambiente. Era fumaça para todos os lados, inclusive o que eu estava e que pensei que fosse o lado não fumante do ponto de ônibus.
Cena2: O cigarro chega ao fim. O atentado não. Eis que o indivíduo acende, seguidamente, outro cigarro. Detalhe: no resto ainda aceso do último, que também deveria ser o intermediário entre dois outros... Sem comentários complementares...
Poucas coisas me intrigam tanto quanto devotar tempo, dinheiro, saúde e higiene a algo tão terrível quanto aquele enroladinho de papel com um monte de sujeira dentro.
Quero dividir o mundo assim:

terça-feira, 29 de novembro de 2005

A lista que quase existiu...


Ontem sentei para fazer minha lista de pessoas que gostaria de presentear nesse Natal. Deram 25 ao todo. Nem vou mencioná-las aqui. Por dois motivos:
1- Algumas pessoas poderiam ficar lisonjeadas demais, outras chateadas demais;
2- Todas elas foram cortadas. Motivo: falta de grana...

Adoro dar presentes. Se quiserem me ver feliz é só me darem a oportunidade (e condições financeiras) para ficar imaginando o que as pessoas gostariam de ganhar, a reação delas ao receber presentes... Na verdade, acredito que só compramos aquilo que gostaríamos de ganhar, mas tudo bem... Mesmo assim deixo de comprar muitas coisas para mim só para presentear aquelas pessoas que eu gosto e isso me faz um bem danado.

Mas sinto informar a freguesia que o mar nesse findiano num tá pra peixe e minha vida ta parecendo uma rede furada (para não perder o trocadilho): tudo o que vem, vasa!

Contentem-se com um “Feliznataleumprósperoanonovo”, um abraço apertado e um beijo (para aquelas pessoas que são de beijo, é claro!).

Nem pensem em limpar a chaminé que por ela nenhum papai Noel descerá, pelo menos se depender de mim...

O próximo ano promete, mas isso é conversa para outros posts....
Mustafá!

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Recado ao mundo...


"Que fique muito mal explicado. Não faço força para ser entendido. Quem faz sentido é soldado..."
Faço minhas as palavras de Mário Quintana: frase da semana!!!
Bom findi. Mustafá apesar de tudo!

quinta-feira, 24 de novembro de 2005

Os pombos e a Cinderela

Cenas e informações bizarras no dia de hoje. Vamos por parte:


Um casal de pombos ali parados na marquise. Minto, parados não! Vamos direto ao ponto: hoje, pela primeira vez na minha vida vi um casal de pombos acasalando em cima da marquise. Foi muito estranho... O pombo subiu em cima da pomba como se fosse no ombro, fez um movimento com o rabo (vamos suprimir alguns detalhes) e começou a abanar as asas, de felicidade, suponho. Cinco segundos no máximo (coitado!) e cada um segue seu rumo. O mais engraçado é que eles nem se olham depois, saem disfarçando, pareciam que estavam assobiando... Também pudera, às 12h30 na frente da Biblioteca Central da UFMG!!!

Descobri, durante a aula de AACR2, que o nome da bela adormecida é Aurora. Meu Deus, como sobrevivi até hoje sem saber disso? "Se você fosse sincera, ôôô, bela adormecida".

É isso. Mustafá!

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Greve

Dia mais nublado em mim do que fora de mim... Se choveu, já estava chovendo aqui dentro.
Tenho preguiça quando quero dizer alguma coisa e as pessoas entendem outra. Não posso pensar por elas...
Nada de textos, porque quero ficar quieto até com o teclado. Nada de pictures, porque quero ficar de olhos fechados.
Mustafá!

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Dados?


Sonhei essa noite com dados.
Tenho medo de alguns sonhos que tenho. Já tive alguns que me disseram alguma coisa e, todas as duas vezes que isso aconteceu, foram problemas familiares. Tenho a impressão que depois desses dois episódios tendo a superestimar meus sonhos, procurando sempre saber o que está por trás de algumas bobagens que minha consciência traz à tona quando estou dormindo...
Ultimamente tenho me achado meio Chico Xavier. Sinto e pressinto um monte de coisas e, na maioria das vezes, rio de mim mesmo... Os amigos com quem eu falo isso riem também. Naturalmente...
Voltemos aos dados. O que isso poderia significar?
Sorte? Pouco provável...
"A sorte está lançada"? Sonho clichê...
Façam suas apostas...
Mustafá!
OBS: deêm uma olhada nos flog novos nos links [Blogs e afins] do FdG: "Faixa Brega" e "A voz do povo"... Muito bons!

sábado, 19 de novembro de 2005

Giz de cera...


Há muito tempo, quando minha escola era em Virgínia ainda e eu devia ter alguns poucos anos, uma professora pediu a mim e a meus colegas que levássemos giz de cera no outro dia. Eu não tinha giz de cera e tratei de atormentar minha mãe uma tarde inteira para que ela disponibilizasse tal instrumento artístico para mim. Fomos, eu feliz e ela descontente, para o supermercado do Resckão, comprar giz de cera. Eu queria o maior com 36 cores, mas minha mãe, não sei bem por que, comprou o de 12 mesmo...
Eu fiquei feliz mesmo assim porque não é todo dia que se compra giz de cera. E não é sempre que no outro dia se vai fazer uma atividade com giz de cera na escola. Eu feliz com giz de cera na mão, doze deles!
No outro dia, fui com sono pra escola porque não dormi bem pensando no que faria com doze cores num papel branco. Não tinha me decidido...
Foi assim mesmo. A professora me deu o papel, assim como a meus colegas, e todos trataram de realizar o desenho. Nada me vinha a cabeça. Pensei em desenho abstrato. Eu não sabia o que era abstrato na época, por isso pensei em rabiscos mesmo. Rabisquei muito, de várias cores, diversas vezes, até preencher todo o vazio que antes era branco no papel. Ficou colorido de doze cores, feitos pelas minhas mãos segurando os lápis que eu tinha comprado no Resckão.
Ao fim, a professora passou recolhendo um por um e ao chegar em mim olhou, olhou de novo, olhou só pra mim, olhou para o papel e depois para nós dois e me disse:
- Ficou bom, da próxima vez faça algum desenho...
Mas não era isso que eu tinha tentado fazer?
Morreu o Picasso, o Salvador Dali... enfim, morreu a arte dentro de mim...
Mustafá!
Pro findi nascer feliz....


Cliquem no "Bird" (comédia demais!!!)

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

Aniversário de irmão

Hoje estou com preguiça de tudo. Assim como o tempo que teve preguiça de nos apresentar o sol. Estou no limiar entre um corpo saudável e uma gripe que se aproxima... Fica assim então justificada a ausência no FdG.

Era para eu estar feliz, mas esses dias têm se apresentado um pouco angustiantes. Mas deve passar.

Não quero tornar esse dia um muro de lamentações até porque é aniversário do meu irmão Gustavo, a quem eu devo muitas risadas, muitos conselhos, muitas brigas (é verdade, o mundo não é sempre azul), muita saudade e um amor que transcende aquele familiar. Somos mais que irmãos, somos amigos e, sobretudo, cúmplices, talvez o mais importante. Quero desejar aqui no FdG toda a felicidade do mundo, tudo de bom que eu queria para mim seria interessante que Deus mandasse também para ele.

Fico por aqui na espera que esse findi seja mais tranquilo que o outro, não que não tenha sido bom, mas preciso descansar...

Mustafá!

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

O peso do pensamento...


No ônibus, voltando da Vila. Uma mulher me disse, ao se esbarrar em mim, que nunca mais traria malas pesadas para a viagem. Não ia trazer nem pensamentos...
Pior eu que além de malas pesadas (doce e cachaça para os amigos, roupas para passar um ano, fotos, cds, babosa para o cabelo da minha tia), trazia uma quantidade de pensamentos incríveis.
Eles não cabem aqui. Talvez não há malas para eles. Mas eles existem.
Saudades já desse feriado que rendeu mais pensamentos que a vida toda. Churrasco com poucos amigos: não tem preço a seleção! Quermece: não tem preço a diversão! Longas conversas e boas risadas: não tem preço a piração! Ficou pouco poético e muito forçado eu sei. Mas é isso mesmo.
Tô me recuperando ainda. E quando der eu volto para o FdG de vez, que é lugar que eu devia nunca sair... Lugar de colocar pensamentos, para poder esvaziar a mala de vez em quando...
Mustafá!

sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Quebra o ouvido e a inteligência...

7 e 30 da matina. Vínhamos para a UFMG e, na tentativa de permanecer acordado (já estou a caminho de trocar a noite pelo dia...) vim lendo as "notícias" em outdoors e afins... Surpreendo-me com dois comunicados de show (em duas das maiores casas de show - se é que assim posso chamá-las - de BH: Chewrolet Hall e Labareda) de ninguém mais e ninguém menos que Tati Quebra Barraco!
Que ela faça seiscentos shows eu não me importo. A questão aqui não será essa: questionar o gosto de quem a ouve ou a qualidade do trabalho dela... A questão é como uma menina feia (e ela faz questão de exibir essa feiura!), pobre (até bem pouco tempo atrás financeiramente, agora talvez só de espírito), que canta músicas cujas letras são agressivas e que assume sua submissão em relação aos homens em cima do palco é capaz de movimentar multidões (pra mim qualquer 5.000 mil pessoas no show de Tati Quebra o Puxadinho é uma multidão sem tamanho...) e ocupar grandes casas de shows nas capitais brasileiras?
O funk carioca invade o país a começar pela novela das oito. Tornou-se mais palatável ao exibir Mariana Ximenes balançando o "popozão" entre o pessoal do morro e o da Baixada. Ficou mais "paz e amor", saiu das margens e cada vez mais está perto de nossas casas aqui no interior. As meninas que até então eram objetos dos funkeiros nos trenzinhos na pista de dança, "encheram-se de si" (risos), subiram no palco, pegaram o microfone e gritam que são objetos sim, mas estão pagando motel para os homens, numa concordância que eu não repetiria aqui...
Talvez fosse o momento de levar um outro funk para o interior dessas terras tupiniquins. Um funk que apontasse as diferenças, sem revelar preconceitos. Um funk que fosse revolucionário sem ser feminista ou confirmar o machismo. Um funk que fosse mais humano e menos animal no cio...
Tati Quebra a Laje é só o retrato de algumas mulheres que estão sendo formadas nos morros cariocas e em muito lugares nos centros e, inclusive, nas zonas sul das cidades...
Mustafá!

quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Semana"faço minhas as palavras de qualquer um..."

Vi isso no Leis de Murphy, muito bom:
Top Ten Alternativas para chamar alguém de prostituta
10 - Cortesã (para quem quer ofender sem perder a classe)
9 - Quenga, Camélia (regionalismos de novela!)
8 - Vadia (porque um clássico é sempre um clássico)
7 - Prost (versão hype de 'prostituta')
6 - Honesta (adoro sarcasmo!)
5 - Proletária do amor (soa quase romântico)
4 - Catrana (inédito!)
3 - Funcionária da calçada (onde é que ela bate o ponto?)
2 - ... quer ofender mesmo, chama de gorda. Especialmente efetivo no final da discussão: "Vai se fuder sua gorda mal comida!" (hahaha!)
1 - Tua mãe (e fica melhor ainda se ela for gorda!)

Mustafá!


quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Enquanto eu dou as três voltas em casa...

Ouvi Bethânia declamando isso hoje. Não tem como não dividir com todos do FdG:

Eu sei que atrás deste universo de aparências, das diferenças todas, a esperança é preservada.
Nas xícaras sujas de ontem o café de cada manhã é servido.
Mas existe uma palavra que não suporto ouvir; e dela não me conformo.
Eu acredito em tudo, mas eu quero você agora.
Eu te amo pelas tuas faltas, pelo teu corpo marcado, pelas tuas cicatrizes. Pelas tuas loucuras todas, minha vida.
Eu amo as tuas mãos, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas.
Amo teu jogo triste.
As tuas roupas sujas é aqui em casa que eu lavo.
Eu amo a tua alegria.
Mesmo fora de sí eu te amo pela tua essência. Até pelo que você poderia ter sido Se a maré das circunstâncias não tivesse te banhado nas águas do equívoco.
Eu te amo nas horas infernais e na vida sem tempo, quando, sozinha, bordo mais uma toalha de fim de semana.
Eu te amo pelas crianças e futuras rugas.
Eu te amo pelas tuas ilusões perdidas e pelos teus sonhos inúteis.
Amo teu sistema de vida e morte.
Eu te amo pelo que se repete e que nunca é igual.
Eu te amo pelas tuas entradas, saídas e bandeiras.
Eu te amo desde os teus pés até o que te escapa.
Eu te amo de alma para alma. E mais que as palavras, ainda que seja através delas que eu me defenda quando digo que te amo mais que o silêncio dos momentos difíceis, quando o próprio amor vacila.
(Quando o amor vacila, Anônimo)

Frase feita...



"Antes de começar o trabalho de mudar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa"
(Provérbio chinês)
Tô dando as voltas na minha casa...
Mustafá!

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Mais um criminoso em terras brasileiras...


Bush veio ao Brasil. Disse que veio tentar melhorar as democracias do continente e procurar regras mais justas para o comércio internacional. Faz-me rir: Bush falando de democracia e justiça. Só o Lula mesmo para dar ouvidos a uma pessoa dessa.

Além de ouvidos deu também um churrasco. Mais uma vez o dinheiro público foi gasto com quem não merecia. Nem vou citar os milhões de brasileiros que sucumbem à fome do lado de fora da Granja do Torto. Eles não merecem serem citados ou comparados ao presidente dos EUA.

A carne do churrasco, assim como o churrasqueiro, vieram do Mato Grosso do Sul, local onde há suspeita de febre aftosa. Como esse é o país das contradições, não poderia haver melhor: numa discussão a respeito de comércio internacional o presidente dos EUA vêm aqui e come a carne que terá a exportação prejudicada... Tudo bem, quem vai ficar com os custos de erradicação vai ser o Brasil mesmo. Se a dúvida é: “será que o Bush vai passar mal?”, a resposta é: primeiro: não, porque vaso ruim não quebra! Segundo: a febre aftosa raramente ataca humanos, coisa que Bush, definitivamente, não é!

Condolessa Rice também adorou o churrasco. Risos...

Num acesso de docência, Lula mostrou num mapa onde ficavam a Amazônia, o Pantanal Mato-grossense, Pernambuco – sua terra natal, e São Paulo. Além do Mato Grosso do Sul, onde está os primeiros focos de febre aftosa, vale lembrar... Risos...
Mustafá!

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

O lago


Havia, inevitavelmente, um grande lago. Também inevitáveis eram os afogamentos que nele ocorriam.

E sempre que alguém se atirava e do lago não conseguia sair, um homem pulava e salvava esse triste nadador. Enquanto isso, do lado de fora, havia outro homem – observando - que, se sentado estivesse, sentado permanecia mesmo que qualquer pessoa ali se afogasse.

Quando perguntado por um terceiro por que não pulava e ajudava a socorrer as vítimas do lago profundo, o homem observador respondia.

- Estou tentando desenvolver uma solução que não salve somente o que está se afogando, mas sim aqueles que por ventura vierem a pular no lago.

Assim nasceu a diferença da pesquisa aplicada e da pesquisa básica.

Bom findi, mustafá!

PS: Coisas de um mestrando em orientações, só para descontrair...
PS2: Para refletir no findi...

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Vale a pena?

Sou um acompanhante recente da novela América, aliás, fui, porque só assisti essa semana porque tive uns dias de folga. Mas já estou dando graças a Deus que está chegando ao fim... Que “samba-do-crioulo-doido” é aquilo? Estão com problema de teledramaturgia?

É gente falando inglês no Brasil. Gente falando português em Miami. Miami, por sinal, está habitada somente por brasileiros, eles se esbarram na rua como se fosse a 25 de Março. Daniela Escobar e Matheus Nachtergaele reduzidos a figurantes. Rosi Campos promovida à árvore de natal. Francisco Cuoco com um ovo na boca... Sem contar a Sol, vulgarmente também conhecida como Déborah Secco, sobrevivendo a uma tempestade em alto mar e depois correndo de um lado para o outro em Miami.Ah tenha a Santa Paicência. Isso é rir da cara do telespectador!!!

A autora disse estar fazendo uma homenagem àquelas pessoas que se aventuram atravessar o mar e o deserto para chegar nos EUA. Homenagem, chacota ou culto ao crime?

O problema das novelas ficarem ruins é que são dois programas que se desmoronam. Imaginem como vai ficar “Vale a pena ver de novo”? Vai ter que mudar o nome? “Vocês agüentam ver de novo?”. Quem disser que sim vai estar no mínimo doente ou sem nada para fazer.

Sou do tempo que os personagens ganhavam as ruas, as promoções e nossas conversas em casa. Sou do tempo de Sinhozinho Malta e da Viúva Porcina, que inventavam gírias e moda. Sou do tempo em que a família se calava em frente à TV para poder se distrair. Hoje não troco uma boa conversa ou qualquer outro programa por esse lixo televisivo.

Mustafá!
PS.: houve falhas com a foto...

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Ufa... Consegui voltar...


Achei que não teria forças para retornar a esse mundo virtual. Como diria o Araketo (porque meu mundo foi inundado pelo Axé) "as pernas desobedecem...".

Carnalfenas 10 anos foi muiiiiiiiito bom!!! O casamento também, mas muito cerimonioso... Mas valeu a coincidência dos eventos... Acho que saí ganhando muito.


Galera reunida de abadá laranja!!!

Eu e Ni ("eu te dou meu coração se você provar que me ama"...)

Galera de abadá amarelo!

Para terminar:

BOLA DE SABÃO
(Ramon Cruz - Babado Novo)

BABY, BABY
QUERIA TANTO TE VER
VÊ SE ME LIGA ÀS VEZES
SÓ PRA DIZER UM OI
TALVEZ QUEM SABE
NÃO SEJA ASSIM TÃO TARDE
QUERIA TER UMA NAVE
PRA TE LEVAR
PRA DAR UM ROLÉ NAS NUVENS
E TE VESTIR COM A LUZ DO SOL
TE BEIJAR INFINITO
ADMIRAR AS SUAS ASAS, ANJO...
VENHA VOAR SÓ NO MEU CÉU
ME PEGUE NO SEU COLO
QUE EU VIAJO ALÉM DO HORIZONTE
PIROU MINHA CABEÇA E O CORAÇÃO
FEITO BOLA DE SABÃO
ME DESMANCHO POR VOCÊ

Para ver mais fotos do evento:

www.oceanoonline.com.br

www.turmadogluglu.com.br/

Colcha de retalhos

www.farolsuldeminas.com.br

Mustafá!!!